A história da salada de batata


A salada de batata (“Kartoffelsalat” na Alemanha ) é um dos acompanhamentos mais populares em vários países. É uma salada composta por batatas cozidas, acompanhadas por diversos ingredientes.

A preparação da salada começa pela cozedura das batatas (na Alemanha, existem diversas variedades).

As variedades mais adequadas são as que mantêm a forma após a cozedura, não se desfazendo. Na cozinha alemã, estas são designadas por festkochend, podendo ser misturadas com outros ingredientes sem perderem a forma. Algumas batatas podem ser cortadas em rodelas e cozidas em seguida e existem variedades que se cozem com pele, sendo descascadas em seguida.

As batatas cozidas simples, sem maionese, podem encontrar-se nas saladas do sul da Alemanha, da Áustria e até da Croácia. Estas variantes são preparadas com uma espécie de molho vinagrete, à base de uma mistura de vinagre e óleo vegetal. Adicionam-se cebolas picadas, tiras de bacon e cubos de pepino. O molho vinagrete é vertido sobre as batatas logo após estas acabarem de cozer. A salada pode ser consumida quente ou fria, conforme o gosto.

Nas restantes regiões da Alemanha, é possível encontrar a salada de batata confeccionada com maionese. Também é possível usar iogurte ou natas. A salada com maionese pode normalmente ser também composta por pepino de conserva cortado em pequenos pedaços, maçã e pedacinhos de ovo cozido. É possível adicionar ainda restos de carne assada, arenque, salsichas e ervas aromáticas, como por exemplo o endro.

Mas e a maionese de onde veio? Por volta de 1756, os franceses, felizes por vencerem uma batalha da Guerra dos Sete Anos (1756-1763), resolveram comemorar a façanha com um banquete. Mas eis que na ilha de Minorca, na Espanha, não havia creme de leite. Como a necessidade, diz o ditado, é a mãe da invenção, o chef do Duque de Richelieu improvisou um molho com ovos e azeite. Assim teria nascido a maionese, batizada de mahonnaise, para marcar seu local de nascimento, a cidade de Mahón. Mas essa é a versão francesa. Outra versão dá conta de que a maionese seria invenção espanhola e que o tal chef aprendeu a receita com a população local.

Seja qual for a origem, o crédito pela evolução e popularização da maionese é mesmo de um francês, o chef Marie-Antoine Carême (1784-1833). Foi ele quem tornou o molho mais leve ao trocar o azeite de oliva por óleo vegetal de sabor neutro, mais fácil de emulsionar com as gemas (não raro, a maionese com azeite talha horas após o preparo). A versão de Carême ficou famosa na Europa e conquistou a Rússia czarista.

Já a passagem da maionese caseira à industrial coube a um alemão radicado nos Estados Unidos: Richard Hellmann abriu a primeira fábrica da Hellmann’s em 1912 e, desde então, o molho se tornou um ingrediente fundamental de diversas preparações.

Basicamente, a maionese é uma emulsão que leva três ingredientes: gema de ovo, óleo e vinagre (que pode ser substituído por mostarda ou limão). Embora o preparo seja simples, é preciso cuidado para ela não desandar: o ideal é que os ingredientes estejam em temperatura ambiente e que o óleo seja adicionado vagarosamente, em fios finíssimos, para que os ingredientes se unam de maneira homogênea.

Quem teve a ideia de juntar essas duas receitas, a de salada de batata com a maionese, teve seu nome perdido na história. Deve ter morrido sem saber que criara um dos acompanhamentos principais para o churrasco do final de semana.

Fonte: independente.com.br

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2 fatos que ninguém nunca te contou sobre a feijoada


A feijoada é um prato muito comum na mesa dos brasileiros e é modificada em cada região do país, de acordo com os costumes do povo.

O mais comum é encontrar a feijoada acompanhada de couve, arroz, laranja, banana frita e um vinagrete para acompanhar <3

Para muita gente sua origem remete a época dos escravos. Reza a lenda que naquele tempo os escravos inventaram esse prato, pois utilizavam as sobras de comida dos senhores de engenho para se alimentar.

Mas hoje vamos te contar 2 FATOS VERDADEIROS que ninguém nunca falou para você:

 

A feijoada não foi criada pelos escravos e não é brasileira

Não se decepcione e leia até o final…

Embora muitos acreditem que a feijoada foi criada pelos escravos aqui no Brasil, estudiosos da culinária afirmam que essa história não é verdadeira.

Dizia-se que os senhores desperdiçavam várias partes das carnes, e as sobras iam para os escravos, originando o prato. No entanto, naquela época não havia desperdício, pois os altos preços dos alimentos na época tornavam tudo muito valioso.

Então não, não foram os escravos que realmente criaram esse prato.

O mais certo é que a feijoada é uma adaptação do cozido português. Naquela época o desperdício de alimento era raro, devido a escassez de produtos no mercado, principalmente da carne.

O cozido originou a mistura de diferentes tipos de carne, legumes e verduras e posteriormente deu origem à conhecida feijoada.

Na França essa mistura era chamada de “Cassoulet”. Já em Portugal dizia-se apenas cozido, enquanto na Itália era “Casoeula”.

Os acompanhamentos (laranja, arroz, banana frita, farofa e couve) só foram introduzidos muitos anos depois para incrementar ainda mais o prato.

 

Ela não é igual em todos os lugares

Cada região do Brasil faz a feijoada do seu jeito. Alguns utilizam o feijão preto, branco, outros o mulatinho…tem até opção para vegetarianos!

Portanto, não tem receita “certa”. Cada um faz com os temperos e especiarias que mais agrada seu paladar.

Agora, o que realmente deixou a feijoada com traços típicos do Brasil foi o uso do feijão preto, tipicamente brasileiro.

Pode-se dizer então que sim, demos a nossa pitada de Brasil no prato!

De qualquer forma, esse prato delicioso não deixa de ser muito querido e admirado aqui no Brasil!

 

Fonte: cheirinhodepao.com.br

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Coxinha, a lenda do nobre petisco brasileiro


Apesar de ser presença garantida em qualquer balcão aquecido, de qualquer bairro, em qualquer cidade do Brasil, a democrática coxinha tem na nobreza,  seu berço. Reza a lenda que o filho da princesa Isabel (a mesma da Lei Áurea) com o conde d”Eu, é o culpado. Considerada uma criança com problemas mentais, foi criada isolada, longe da corte, na fazenda Morro Azul, em Limeira, interior paulista. Lá, todos faziam a vontade do pequeno, sempre na tentativa de evitar a gritaria.

Entre suas exigências estavam as coxas de galinha. Certo dia, percebendo que não havia tal parte da ave suficiente para satisfazer o rebento, prevendo a histeria, uma das cozinheiras da fazenda tratou de improvisar. Desfiou outras partes da galinha e moldou com uma massa à base de farinha no formato do membro original. O garoto, claro, adorou.  O sucesso foi tanto que até sua avó, a imperatriz Tereza Cristina, curiosa em conhecer o petisco favorito do neto, experimentou.

Pronto! Bastou para que a receita extrapolasse os alqueires da fazenda, chegasse às mãos do mestre da cozinha imperial e conquistasse a realeza brasileira. Hoje, há versões do petisco com  requeijão e massa de batata, inhame,  mandioquinha (batata salsa) ou mandioca. No recheio tem quem coloque pato, carne louca e até atum (apesar desse não ter coxas).

Invencionices à parte, fato é que enrolar em massa, empanar e fritar sobras de carnes é um hábito antigo para a humanidade. Difícil é precisar quando e como eles surgiram, até porque cada povo tem no cardápio suas variações. Afinal, o que seria quibe árabe além de um bolinho de carne enrolado, recheado e frito? A lógica é a mesma. Historiadores apontam que o croquete, outro parente da coxinha, descende dos rissoles (no Brasil risoles) feitos na Roma Antiga. As primeiras receitas ganham registros impressos no início do século 17 e estão no Oxford Companion to Food (Editora Oxford), de Alan Davidson. Já na cultura oriental, consta que há mais de 2 mil anos os chineses já faziam bolinhos de arroz recheados com frutos do mar. 

Atualmente, tem bolinho de tudo.  Eles são comida de mão, como define o antropólogo Raul Lody, em seu livro Brasil Bom de Boca – Temas da antropologia da alimentação (Ed. Senac). Para o pesquisador, comer com a mão é humano, fisiológico e até filosófico. “Certas comidas, pela textura, temperatura e cheiro, só podem ser comidas com a mão. Não importa se comemos na rua, na pressa do balcão de um botequim, na calma quase budista em casa, sentados à mesa, na cozinha de frente para o fogão, na feira ou no mercado. O que importa é a ação imediata da comida à boca, sem talheres, atendendo a um desejo físico, sensorial , filosofa o autor.  E assim é também com a nossa amada coxinha coxinha, talvez a melhor das comidas de mão que temos à mão.

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Tendências das festas de casamento para 2021


A pandemia afetou todos de diferentes formas. Com a grande incerteza gerada, muitas cerimônias foram canceladas ou adiadas. Mas se você pretende aproveitar 2021 para fazer a festa de casamento no campo como sempre sonhou, essa é a sua chance!

Com casamentos adiados para o próximo ano e novos noivos que planejam casamento em 2021, as tendências estão sendo cada vez mais pesquisadas, de forma que cada acesso permita um tipo de noção para o ano seguinte.

2021 promete, e todos estão esperando uma melhora que renove todas as energias, possibilitando que as pessoas tirem os sonhos da gaveta e começam a traçar novos caminhos.

Há muitos formatos de casamentos no campo que podem ser realizados, podendo diferenciar o estilo de cada um, ficando mais a cara do casal, expressando os gostos e as características dos pombinhos.

Como não há tempo para o amor, as pessoas não veem a hora de saber quando será o momento mais propício para a realização de cerimônia, essa é uma dúvida que é difícil de ser respondida. Mas como há casamentos acontecendo, saiba que muitos casais optaram por diversos tipos de proteção!

Para evitar contágio, empresas estão oferecendo testes rápidos dos quais é possível saber sobre a saúde de cada um. Mas além disso, medidas de proteção são tomadas de acordo com as recomendações da OMS.

A tendência é que casais passem a optar por atividades mais simples, das quais casamentos mais fáceis podem ser a bola da vez, como é o caso de cerimônias minimalistas, assim como os famosos mini wedding, que são versões mais simplistas do formato de casamento que conhecemos atualmente.

  • Vantagens dos casamentos no campo para 2021

Uma festa de casamento no campo possui vantagens das mais diversas, entre elas está  economizar custos na comida, com fotógrafos e decoração, negócios locais podem ser beneficiados. O simples poderá ser a opção mais consciente!

Além disso, a internet também poderá ajudar quanto a organização do casamento. Com o mundo digital crescendo e se fortificando no mercado, a tendência é de escolher produtos virtualmente, como itens pontuais de decoração.

Por ser questionado diversas vezes a interação da humanidade com o meio ambiente, muitas dúvidas foram levantadas, gerando inúmeras reflexões. Por ser bastante questionada, a pandemia trouxe a natureza uma nova chance de viver bem, trazendo para o mercado de casamento, mais consciência e responsabilidade.

Com isso, é importante saber que não é preciso necessário muito esforço para colocar em prática ações mais conscientes, o que torna fácil de escolher escolher práticas mais sustentáveis recicláveis.

Dessa forma, as tendências mais minimalistas podem ganhar corpo e garantir o sucesso dos casamentos no campo. Pensando de forma sustentável, essa é uma ótima opção para o meio ambiente, no qual “vestidos em segunda mão” ou “vestidos vintage” podem ser muito mais buscados no ano seguinte.

Pensando no novo, a sustentabilidade e fluidez podem garantir e marcar as tendências para as vestimentas nas cerimônias no mundo atual.

Buscando serenidade e harmonia, a seleção de tons pastéis para 2021 podem ser muito bem-vindas! A tendência das cores refletem o desejo das pessoas para o novo ano a se chegar.

O rosa millennial ou rosa queimado, podem ser fortes tendências, sendo inserido no contexto de flores, como rosas, dálias e hortências.

Se você busca aflorar a solidariedade no seu ser, você pode fazer diversas coisas que agradem os seus convidados e demonstrem o carinho que você tem por eles.

Desde bilhetes de agradecimentos e notas simbólicas poderão ser de muito bom grado para todos! A interação pode ser considerada como garantida!

O tema “família” e “amor ao próximo” serão destaques claros para a tendência de 2021, dessa forma, grandes gestos de caridade podem ser muito apreciados e procurados. Que tal realizar uma angariação de fundos para alguma instituição?

Doações podem ser uma forma de ajudar ao próximo. O importante é priorizar a alegria e a compaixão, na qual a bondade pode ser um elemento chave diante todos os acontecimentos mais recentes.

Com um conceito mais intimista, a tendência para 2021 podem aderir casamentos mini ou micro wedding como uma ótima opção para todos, podendo marcar o ano com esse novo modelo!

Conquistando cada dia mais, esses estilos de casamento no campo podem te ajudar melhor na seleção de convidados, dos quais você passará a priorizar da sua forma. Dessa forma, esses formatos mais íntimos, podem contribuir uma maior interação com todos os convidados, de modo mais exclusivo.

Ainda no formato “pandemia”, casamentos podem ser realizados sem celebrantes. Acredita-se que essa prática será escolhida pela maioria, uma vez que serve para aqueles que procuram por uma cerimônia mais consciente, celebrantes podem não ser necessários.

Já para a iluminação, pensando em uma prática mais intimista, o uso de velas podem ser muito bem vindos. Além disso, luzes e neons também podem ser uma preferência. Essa luzes poderão dar um toque mais acolhedor e instigante para os seus convidados.

Por fim, todo o gosto deve ser centrado em vocês! O casal deve estar feliz com tudo que está sendo investido para a sua cerimônia. As tendências são uma forma de direcionar as pessoas para um caminho mais informativo e muitas vezes mais bem investido! Dessa forma, fica ao seu critério seguir ou não, tudo dependerá da vontade dos dois lados.

Se você quer um casamento no campo mais intimista, lute por ele! Siga todas as recomendações necessárias e se atente com todas as adversidades, não se esqueça de também saber trabalhar sobre um plano B!

A palavra-chave sempre será planejamento, com isso a festa poderá ser realizada com total segurança e empenho. Dê sempre preferência para locais abertos como é o caso de sítios, pois isso garante uma festa de casamento no campo muito bonita, harmoniosa e elegante para ser lembrada eternamente.

 

 

Fonte: sitioqueroqueroeventos.com.br