Comer “comida de verdade” é bom e vale a pena


Comer “comida de verdade” é bom e vale a pena

Quem se preocupa com um corpo saudável e frequenta academias ou consultório de nutricionistas  já deve ter ouvido muita gente falar sobre a importância de comer “comida de verdade”. Pode até parecer estranho, mas muitas pessoas esqueceram, de fato, o que significa isso.

Basta pensar que não é incomum que, ao longo do dia, a gente substitua uma fruta por um biscoito “fit” ou uma barrinha de cereais ou proteína e que a gente prefira tomar um iogurte desnatado na hora do jantar do que preparar um franguinho com legumes, por exemplo.

Isso quer dizer que muito do que consumimos nas nossas rotinas tão cheias de compromissos são produtos alimentícios e não a tal da “comida de verdade”.

Se pararmos para analisar, estamos cada vez mais preocupados com nossos pesos e imagens diante do espelho. É quase uma disputa por quem consegue manter mais massa muscular no corpo e eliminar mais gordura. Mas será que para isso é realmente preciso recorrer a produtos alimentícios light, fit, com proteínas, colágenos e toda a sorte de suplementos?

Vamos pensar nos nossos avós quando jovens. Talvez você tenha tido a sorte de ter convivido também com seus bisavós (ou apenas tenha visto fotos deles). Normalmente nossos antepassados foram pessoas magras. Não se sofria tanto com obesidade alguns anos atrás. O excesso de gordura no organismo é consequência, em parte, dos hábitos alimentares incorretos que adquirimos (claro que existem fatores hormonais, genéticos e o sedentarismo também).

Mas será que nossos avós e bisavós recorriam a uma embalagem de algum produto que precisou te convencer que ele tinha ômega 3, vitamina C, glúten free ou qualquer outra coisa? Alguém na feira livre precisa gritar tudo isso da barraca para te convencer que a comida vendida ali é saudável? Comprar, lavar, descascar, temperar e cozinhar os alimentos virou algo raro em nossas vidas, mas que deve ser recuperado.

Portanto, vale valorizar a carne, o frango, os ovos, a batata doce, o milho, o tomate, o brócolis, o leite, a banana, a maçã e tudo mais que veio diretamente de criações ou plantações. Seu corpo agradece.

Fonte: http://ondda.com/